terça-feira, 9 de outubro de 2012

Líder Moisés e o Povo


Eu, definitivamente, diante das exigências que se pede atualmente de um líder na Igreja, não sirvo para isto mesmo. Não sei fazer cena, motivações e coordenar eventos e grupos para atividades na Igreja.
O que aprendi é que a principal virtude de um líder, que não nasce pronto, mas se prepara na Palavra, no caráter e no temor a Deus para tal, além de presidir bem algo; é de influenciar vidas para Cristo onde estiver.

Até admiro quem sabe fazer estas coisas bem, mas nunca me pegaram para tal e Teologia não ensina a liderar. Aprendi muita Teologia e Técnicas de pregar.
Creio que se deve ter no Currículo, como existe nos EUA, uma matéria somente para a pessoa aprender a presidir, coordenar e liderar.

Não me sinto inferiorizado, mas limitado por causa do não aprendizado nas Igrejas e vida pública. Liderei mesmo foi uma família em oração e Palavra.
De resto, que sei fazer é orar por enfermos, profetizar e pregar a Palavra quando tenho “oportunidades”, que são raras.

Sempre, ouvi pessoas culpando o povo e eu mesmo os culpei por muito tempo por seguirem líderes de olhos fechados e caírem em grandes abismos.
Existe um pouco de verdade em países subdesenvolvidos e que viveram Ditaduras graves e malignas para a mente do povo, como o Brasil.

Um crente, com alguns poucos anos de Igreja e de Bíblia já deveriam ser interdependentes de homens e Pastores e Pregadores e Profetas e Escritores, mas na realidade isto não ocorre.

Lembrei-me de Hitler, Mussolini, Presidentes maus como houve no Brasil e outros líderes seculares e muitos religiosos, que, ou levaram o povo à morte, às guerras, às torturas, suicídio coletivo e grande parte a uma vida fracassada e por fim ao Inferno sem volta. Sem purgatório e sem “imunidade gospel ou ministerial para pecar”.

Moisés falhou um dia, quando soube que seria líder de seu povo, matando egípcio e querendo fazer a Obra sem a Direção de Deus e pela sua força e carisma.

Deus, o humilhou e o preparou por quarenta anos, apascentando ovelhas de “sogrão”, num deserto escaldante e “trabalhando”, sem ficar de papo para o ar, esperando o chamado ou a escolha ou a osmose gospel.

Deus o fez se “esforçar”, coisa não querida muita no nosso meio, para ele aprender a liderar e não desistir por quaisquer obstáculos.
Deus, nunca chamou, nunca chamará pessoas desocupadas e preguiçosas.

Ele, em certo momento, pediu conselho ao sogro querido e dividiu o povo, separando sublíderes ou dirigentes para ouvi-los, pois não dava nem tempo para dormir. Sabedoria de Deus.

Onde quero chegar é que numa certa altura da caminhada, o povo não queria mais Deus e enjoou de maná. Exatamente como nestes quarenta anos de Evangelho no mundo, onde o povão quer mesmo é prosperidade fácil, títulos, fama, damas e ir a templos para buscar suas “bênçãos”, que são dadas a todos, indiscriminadamente e sem necessitar temor a Deus e integridade na vida familiar, profissional, ministerial, financeira e tudo mais.

O que fez Moisés naquela altura. Foi consultar a Deus e dizer que o povão já velho de deserto e de estrada, queria mesmo é carne. O povo pediu e ele fez isto, chegando-se a Deus para pedir algo que o próprio Deus já de antemão sabia que seria morte e fracasso para muitos.

Deus criticou o povo como de dura cerviz, mau, mas aceitou o pedido de Moisés e mandou codornizes fritas e com batatas até a altura da cintura do povo.

A Palavra diz que a maioria morreu ainda com as carnes entre os dentes.
Maioria não significa todos.
Como hoje, e como sempre tiveram pessoas que não se dobraram a Baal, nem todos morreram ou concordaram com a proposta feita a Moisés.
Acompanhar “galera”, “povão”, “membrezia”, “ofertas de religiosos”, “coisas moles, fáceis e barganhas ou “carnes e carnalidades” é descer abismos dizendo: “TámoJunto”. "É Nós!"

Enfim, a importância de um líder é fundamental na saúde espiritual e demais coisas de um povo carente e confiante numa liderança sadia e íntegra.

Vede, que no mundo secular e até religioso, um líder, mesmo mau e terrorista e interesseiro e não cristão, pode levar Nações a bancarrotas.

Creio que em nossos últimos tempos, se alguém é líder de sua casa, já é o bastante para não se considerar inferior ou fracassado na vida.
Nenhuma vitória ou dom ou virtude ou conquista pode apagar o fracasso de uma família.

Leiam I Tim.5:8; I Tim.3 e Tito 1.
(História - Era uma vez um homem que desejava ser um líder...)

Maranata Ricardo Rezende, Evangelista

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