segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Felizes os Pobres de Espírito

Jesus foi quem afirmou isto. É muito confuso este versículo, mas verdadeiro. I Cor.15:19, diz que se esperando em Cristo somente nesta vida, somos os mais infelizes (miseráveis) de todos os homens. É o que grande parte da Igreja tem vivido, pois tem ouvido isto da boca dos ensinadores ao longo de décadas. Diversões, comprar, vender e negociar e construir. Como nos dias de Noé e de Ló. E casar e dar-se em casamento.
O Reino de Deus, que virou sinônimo de Igreja, mas não é, deveria ser um pequeno hospital para doenças do corpo, da mente, da alma e do espírito, se algumas não estão mesmo interligadas, anexo a uma grande academia de pessoas saudáveis, felizes, prósperas, curadas de tudo e que pregam e vivem a Palavra de Deus para o mundo.
Quando me converti, o dia seguinte já teria valido minha vida, mas até hoje Deus nos dá abundantemente mais além do que pedimos ou pensamos a todos. Vivemos nesta década de 70, um cristianismo saudável e bem feliz, mas as doutrinas dos fariseus, do mundo e do mal, entraram pelas janelas dos palcos e templos cristãos e a maioria ainda continua no hospital, e poucos na Academia de Jesus.
Qual a razão primordial? O hospital, que não é nada de Igreja, mas foi tranformado pelos seguintes fatos: Um doente que deveria ser tratado por uns meses e até uns poucos anos, com remédios eficazes, tomaram placebo e soro com morfina para aliviar as dores. Resultado foi que a grande maioria, que não buscam a Deus por si mesmos, mas são dependentes de homens, que às vezes sabem menos do que o povo, estão até hoje nos hospitais, que cresceram muito e ficaram até agradáveis de se estar pela estrutura. A Academia é bem vazia.
O povo busca tudo, menos o Reino de Deus, que é segundo Paulo: Paz, Alegria e Justiça no Espírito Santo. O resto então nos seria acrescentado.
Mas, porque são felizes os pobres de espírito? Uma pessoa, que verdadeiramente nasceu de novo, e sabe de onde saiu e para onde vai, nunca será satisfeita com coisas materiais, mesmo morando em Miami, Paris, mansões, com carrões e grande contas no banco, pois a felicidade mesmo destas pessoas do Reino é Jesus.
E os hospitais vivem com comparações e competições, que nunca levam a nada, a não ser em saber que muitos são os que estão piores do que nós, e poucos são os melhores do que nós. E que não somos os maiorais e os melhores desta terra em nada.
Já vivi depois de crente em locais riquíssimos, fazendas, clubes especiais, mansões e apartamento mais caro do Rio de Janeiro de um amigo, e em carrões e lugares paradisíacos, e cercado de garotas lindas quando solteiro, e na verdade somente me vi feliz, quando chequei aos lugares de louvores a Deus, a uma Igreja que louva e a comunhão e intimidade com Deus. Talvez seja por isto, que pelas pesquisas médicas, os mais abastados são os mais depressivos e que mais tomam drogas, bebidas, comidas, e consumismo exarcebado, que não levam a nada na vida. E muitos, hoje em dia no mundo, estão dentro de Igrejas ditas evangélicas e se dizem salvos e servos de Deus para quem quiser ouvir, mas o Céu será uma surpresa bem agradável para uns e desagradável para muitos.
Passear, comprar, e se divertir não é pecado, mas deixar isto tomar o lugar de Jesus é sinal que a pessoa ainda não teve uma experiência real com Deus na vida, mas somente com Igreja e homens, que perdem seus tempos preciosos, tentando convencer pessoas de mais de 20 anos de Igrejas a mudarem suas mentes.  Vida com Deus é uma decisão, e não adianta passar por mais de 50 gabinetes pastorais e ser orado por dezenas de pastores e profetas, se a pessoa não tomar uma decisão definitiva na vida. Jesus, sempre exigia das pessoas que curava, uma decisão. Ou, ía para frente, ou ficava para trás, como o jovem rico.
 Pior de tudo é sermos como os fariseus, que são religiosos, e buscam seus alívios nas coisas religiosas e Igrejas e findáveis ministérios, que não dão nem frutos. Eu creio que uma pessoa mundana, como eu vivi, é mais feliz, se assim se pode dizer, ou menos infeliz do que um religioso de Igreja.
Não busquemos alívio e coisas para nossa felicidade, mas sim, Jesus, que é o motivo da nossa Bem Aventurança, que no original significa Felicidade.
Tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convém, e muitas coisas nos tiram a presença de Deus, e a tal Felicidade dos pobres de espírito, que podem até ser prósperos, mas nada que substitua a Presença de Deus na vida. Existe a felicidade da mídia, do Facebook, das fotos, dos momentos alegres, mas existe a Felicidade real dos pobres de espírito.
Maranata Ricardo Rezende

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