quinta-feira, 30 de abril de 2015

Condenação e Morte

Jesus, falando aos Judeus disse: Eu não vos acuso, mas quem vos acusa é Moisés, no qual colocais a vossa esperança. Típico religioso, que mistura lei com Graça, e tudo que faz é para receber algo de Deus e de homens.
A Lei trouxe e avivou o pecado, mas não resolveu seu problema com Deus e para a vida do homem. Porém, o religioso ainda gosta da Lei, pois é justificativa para pecados. A Graça, você não tem como justificar pecado, pois Jesus já nos libertou deles na Cruz.
Paulo diz que a Força do pecado é a Lei. A Lei, se não cumprida a cada dia, integralmente e sem falhar numa somente, a Palavra diz que a pessoa é culpada de todas. É um peso, que muitos gostam de pregar, pois vivem desta maneira.
*Uma vida vivida, iguais as pessoas que não tem Jesus, pelas circunstâncias e sentimentos, está completamente fora do Evangelho. O Justo viverá pela Fé.
Cristão ama pregar a Palavra as pessoas, e fazer obras para Deus sem interesses pessoais, pois sabe que o Pai não trabalha com barganhas, mas com pedidos sinceros de fé.
Vivemos num Tribunal religioso, do agrado do diabo, que mata, rouba e destrói vidas e lares e corpos e mentes e ministérios, pois nunca a Palavra: Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.
Como vemos pessoas no mundo e nas Igrejas, doentes, depressivas, fracas, tristes, vivendo de prazeres para aliviar suas dores, e com morte até precoce, pois não reconheceram ainda seus erros e pecados que tiveram no passado, mesmo remoto, e ainda sofrem acusação de suas mentes e do diabo. Milhões delas, e que pregam, ensinam e servem a Deus, mas mortas espiritualmente por causa da condenação.
A primeira coisa, e digo por experiência própria, sendo qual for o erro, falha ou pecado, é a pessoa reconhecer que falhou e receber o perdão de Deus, já dado há mais de dois mil anos na Cruz pelo Seu Filho. Não importa o quão grave foi o mal causado para si e para os outros. Não podemos é continuar amando o sofrimento, como forma de pagamento (karma), ter auto piedade de nós, e querer ser vítima deste mundo não olhar para frente, pois somos eternos. O que não pode ser consertado, feito está, mas o que pode, Deus faz o impossível e muito melhor do que o início.
Em Lucas 15, vemos o recomeço, o reencontro, e o achado que foi perdido é muito mais festejado do que quando aquilo ainda estava com a pessoa. O Filho pródigo, que o Pai fez festa na sua volta. A dracma perdida, que a mulher chamou as amigas para se alegrar e a ovelha que se perdeu, e o Pastor a trouxe com alegria nos ombros, após deixar as 99 ovelhas no pasto.
O orgulho e a soberba impedem ao homem de Igreja ou obreiro de Deus, a receber uma vida abundante, e ser curado e livre de enfermidades mentais, físicas e espirituais, quando resolve aceitar o erro e andar para frente, na Perfeita, Agradável e Boa Vontade de Deus.
Davi, quando seu filho do adultério ficou doente, ele jejuou, não comeu, orou sem cessar, se vestiu de saco e cinzas, mas quando o filho morreu, Davi se lavou, colocou roupas boas, se sentou à mesa, e para espanto e até raiva de seus empregados, pediu comida e bebida. Atitude positiva de saber que o filho não poderia mais voltar e a vida tinha que prosseguir. Davi já vivia na Graça e tipificava Jesus.
A Soberba do ser humano alcança patamares tão altos, que muitos creem que a morte de Jesus na Cruz não foi suficiente, e não foi o bastante para perdoar seus pecados, e ele se perdoar a si próprio. E fica sofrendo e pregando sofrimento. É budista, kardecista, hinduísta ou outra religião que adota o sofrimento para se chegar ao perdão de Deus. Adoram Jó, que não conhecia a Deus, e sofreu muito, mas poucos notam que foi passageiro, e o fim de Jó foi uma maravilha.
Receba a cura do Senhor, como um Filho, que vive na Nova Aliança, que tem direitos de um Pai amoroso, e não somente como servos, que viviam na Antiga Aliança, e que Jesus disse em parábolas que alguns destes foram para lugar de ranger de dentes e trevas. Os maus servos. Filhos nunca vão para estes lugares, mas existem os religiosos, que acrescentam fermento (pecado e Lei), e a massa de pessoas e ovelhas e fãs e ouvintes, fica tudo levedado. Estraga toda a massa.
A fé sem as obras é morta, não significa que devemos fazer obras para receber coisas e agradar a Deus, mas estas obras são atitudes compatíveis com a nossa fé. Senão é morta a pregação, o ensino, a vida como um todo de um religioso evangélico. E muitos morrem nos palcos e púlpitos, e ainda creem que estão agradando a Deus.
Pode ser até que agradem a clientes e fãs e telespectadores e ouvintes, mas não a Deus.
Deus é Pai e deseja nos curar para sempre. E entrarmos no Céu sem mazelas e traumas e feridas e depressão.
Maranata Ricardo Rezende

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