segunda-feira, 8 de maio de 2017

O Destino de Poseidon

Este foi um filme épico, que não me esquecerei, e neste tem grandes ensinamentos espirituais para nossas vidas com Deus e na fé.
Jesus nos afirma: No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, Eu venci o mundo.
Este grande navio, estava vivendo festas e alegrias dentro dele, quando uma onda inesperada o pegou pelos lados, e virou de cabeça para baixo.
Bem parecido com a Igreja de Jesus, em sua grande maioria, vive em festas e entretimentos religiosos, até dentro dos templos, e está na hora, do barco virar.
O Poseidon, nome do deus dos mares, era todo lacrado teoricamente, como pensam que estar numa Igreja, estaremos livres de tudo deste mundo. Só que a água é mais forte e foi penetrando e matando pessoas, que ficaram paradas, ou não quiserem se arriscar para subirem até o casco do navio, a única esperança.
Umas poucas pessoas, não se acomodaram, e subiram com grandes dificuldades e desafios, e a maioria foi salva. Havia entre eles, inclusive um pastor, que se sacrificou por muitos no fim. Não é este o nosso assunto.
A vida de fé é bem semelhante a esta história. Ou a pessoa, sobe, para ficar acima das tribulações como uma águia, ou a pessoa perece na fé, ficando dentro de templos, ou até de palcos, paralisadas, morre ou naufraga na fé, como Paulo falou.
O que temos que entender é que, não existe na vida de fé, o crente ficar parado, e nada acontece de bom e nem de ruim. Ou, o crente, sobe ou desce.
Ficar com cara de paisagem, faz do crente uma presa ideal do inimigo.
Tribulações, são usadas por Deus, para provar a nossa fé, como aconteceu naquele barquinho, que Jesus impeliu seus discípulos a passarem para o outro lado do lago, e se levantou grande tormenta, e foram reprovados por causa do medo.
Provação, é igual ao um sabonete molhado nas mãos. Quando você é apertado, ou pula para cima, ou pula para baixo. Parado, ele não fica.
Jesus, estará sempre conosco, porém, temos que subir na fé e no conhecimento e na ousadia Nele.
Paulo diz: Deus não nos deu um espírito de covardia, porém de fé e ousadia.
O navio Igreja, já virou, e Jesus está sempre conosco, mas temos que subir até alcançar o socorro e a vitória final. Final dos tempos, e separação de bodes e ovelhas.
Por falar em nave, sem que haja condenação, porém, consequências. Desde que me entendo por crente, as pessoas que perseguiram, ou foram colocadas em sua maioria, nos palcos e púlpitos de todas as Nações, eram como se pegasse um homem comum, o colocasse num simulador de voo, e logo após o mandasse dirigir um Jato F5, ou similar, ou ainda um Boeing 777, cheio de passageiros.
Quem está à frente de um palco, povo, trabalho em Igrejas, deve ter testemunho bom perante todos, inclusive, como Paulo diz, para os de fora também.
Conhecer o Deus que prega ou ensina. Conhecer a Palavra de Deus Revelada. E conhecer profundamente a semântica da língua mater (raridade), e alguma coisa do grego ou hebraico, se possível. E uma fé prática da convivência com o Mestre.
Não basta falar bem e ser grande administrador e tesoureiro, e ter bastante cursos teóricos e carisma. Tudo isto é bom, porém, secundário. Ou, um grande construtor.
Isto, o povo do mundo, faz bem melhor do que nós, crentes.
Somos um povo que vive no sobrenatural de Deus, mas queremos viver no natural das técnicas e performances do mundo. Dá ruim!!!!
Maranata Ricardo Rezende

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